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Justiça da Suíça garante ter provas do envolvimento de Cunha em corrupção

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em documento divulgado nesta quinta-feira (05), o Tribunal Penal Federal da Suíça afirmou que tem “indicações concretas” e suspeitas “óbvias” e “suficientes” do envolvimento do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em esquema de corrupção da Petrobras na África.

Em novembro de 2016, a Corte da Suíça negou o desbloqueio de contas ligadas ao peemedebista e detalhou que Cunha recebeu cerca de R$ 4 milhões no país europeu. Essa transação já é objeto de uma ação penal brasileira contra o deputado e sua mulher, a jornalista Cláudia Cruz, em andamento na primeira instância da Justiça Federal em Curitiba, conduzida pelo juiz Sérgio Moro.

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A defesa de Cunha declarou que ele não teve acesso ao documento da Suíça e, sobre a ação no Brasil, negou “veementemente todas as ilações”, além de ter ressaltado que sua inocência já está “cabalmente demonstrada” no processo.

A decisão do tribunal da Suíça determinou que 1,3 milhão de francos suíços (mais de R$ 4 milhões) foram transferidos para uma conta cujo beneficiário era “N”, codinome atribuído a Cunha. A transferência se deu após a Petrobras comprar parte de uma área de exploração de petróleo em Benin, na África, por US$ 34,5 milhões (R$ 110,7 milhões). (Metro1)


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