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Governo quer acelerar Plano Nacional de Segurança e evitar resposta do PCC, diz coluna

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Entre as medidas tomadas pelo governo federal após a rebelião que deixou 60 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), foi acionado o Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Segundo informações da colunista Vera Magalhães para a Jovem Pan, o Planalto teme que após o massacre, menor apenas do que o do Carandiru no sistema prisional do país, ocorra uma contraofensiva do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das facções envolvidas no motim, que comanda prisões em vários estados, como Rio Grande do Norte, Maranhão, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

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Já a Família do Norte, adversária do PCC no conflito, é ligada ao Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. Para evitar uma resposta do grupo criminoso, foram determinadas uma série de medidas: a longo prazo, o governo pretende acelerar o lançamento do Plano Nacional de Segurança, anunciado em outubro do ano passado pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, contemplando a “racionalização do sistema penitenciário”, combate ao narcotráfico e tráfico de armas nas fronteiras.

A curto e médio prazo, a ordem foi de reforço da segurança e a mobilização de órgãos de inteligência para detectar novas rebeliões, além da transferência de presos para presídios federais. (BN)


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