Mais de dois anos depois, investigação sobre vazamento de óleo segue travada

fonte BN

Ivanaldo Soares /Defesa Civil de Camaçari

Após mais de dois anos, a investigação sobre o maior vazamento de óleo do país continua parada. De acordo com o portal Metrópoles, a apuração do Governo Federal inda não conseguiu quebrar sigilos, colher depoimentos ou receber informações internacionais.

De acordo com a publicação, a informação foi enviada pelo Ministério da Defesa à Câmara dos Deputados na última sexta-feira (5). Segundo o ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, a Polícia Federal (PF) ainda não colheu depoimentos dos tripulantes dos três navios suspeitos. Também não conseguiu quebrar o sigilo de redes sociais dos tripulantes do navio Boubolina, um dos suspeitos, inclusive o comandante e o chefe de máquinas.

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Os três principais navios suspeitos apontados pela Marinha seguem os mesmos: Boubolina, VL Nichioh (que mudou o nome para City of Tokyo), e Amore Mio (que mudou o nome para Godam).

Em agosto de 2019, manchas de óleo começaram a surgir em praias do litoral da Paraíba e atingiram mais de dez estados, incluindo a Bahia.