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Relator da Lava Jato, Fachin defende imparcialidade jurídica: “Juiz não assume protagonismo”

Crédito: Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Lava Jato na Corte, Edson Fachin, defendeu a imparcialidade jurídica nesta sexta-feira (20). O magistrado participou de uma palestra no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

“Juiz não investiga, nem acusa. Juiz não assume protagonismo retórico da acusação nem da defesa. Não carimba denúncia nem se seduz por argumentos de ocasião. Juiz não condena nem absolve por discricionarismos pessoais”, afirmou Fachin.

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Na ocasião, ele ainda fez uma referência ao trabalho do ministro Teori Zavascki, de quem recebeu a relatoria da Operação Lava Jato no Supremo. “Teori faz falta. É uma falta que fala, que diz, que se expressa num silêncio eloquente. Nós sabemos porquê. Teori fez a diferença, ser que fincou raízes e projetou asas. Deixou-nos um legado: antes e acima de tudo, tomar a Constituição como bússola”, disse Fachin.

O ministro Teori morreu em 2017, na queda de um avião em Paraty.


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