Corregedoria da PM de SP investiga pênis de borracha achado em academia militar

fonte Metro1

Unidade tem aproximadamente 660 cadetes, além de cerca de 140 funcionários

Foto: Redes sociais/WhastApp

A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo foi acionada no dia 12 de novembro para tentar resolver um mistério bastante um tanto quanto inusitado: investigar quem foi o responsável por colocar um pênis de borracha na mesa de um dos professores da academia do Barro Branco, responsável por formar os principais quadros da corporação.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, ao chegarem na unidade, que fica na zona norte da capital paulista, os agentes encontraram funcionários e alunos proibidos de deixar o local até que o caso fosse esclarecido.

Seus superiores exigiam saber quem tinha invadido a sala de um professor, atirado água no computador dele e, ainda, deixado o objeto fálico em cima da mesa.

Apesar das broncas e ameaças, o responsável pelo ato não foi descoberto naquele dia e a turma acabou liberada horas depois. O assunto, porém, segue sendo investigado.

Todos os materiais (incluindo o pênis) foram recolhidos pelos agentes da Corregedoria para abertura de uma apuração. Analistas da PM tentam agora encontrar as digitais no material e confrontá-las com as das pessoas que estavam na unidade e, assim, identificar o culpado.

A academia do Barro Branco tem aproximadamente 660 cadetes, além de cerca de 140 funcionários. Não há câmeras no local onde o trote ocorreu.

De acordo com policiais ouvidos pela reportagem, o assunto se tornou um dos mais comentados nos grupos de PMs nas redes sociais nos últimos dias, virou stickers (figurinhas usadas para ilustrar conversas no WhatsApp) e tema de debates sobre os motivos que levaram ao trote.

Policiais disseram que o oficial alvo do trote seria o responsável pelo setor que cuida das operações realizadas pela academia. Uma das principais funções da unidade é exatamente ensinar aos alunos as funções práticas da função, inclusive com a realização de ações nas ruas.

Segundo essas pessoas ouvidas pela reportagem, o professor em questão não era considerado odiado pelos alunos, o que aumenta ainda mais as dúvidas sobre o caso.