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Febre amarela: após casos em MG, Sesab intensifica atenção no estado

Foto: reprodução
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Com o surto de febre amarela em Minas Gerais, estado vizinho à Bahia, a secretaria de Saúde do Estado (Sesab) afirmou que tem “intensificado a busca ativa de casos suspeitos” da doença e emitido alerta para os municípios.

De acordo com a Sesab, a Bahia não registra há alguns anos um caso da enfermidade, mas com o avanço na fronteira, mantém equipes em alerta. De acordo com a secretaria, a vacina contra a febre amarela está no calendário vacinal.

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Desde o início de janeiro, 23 casos suspeitos foram notificados no interior de Minas Gerais – 14 deles levaram à morte dos pacientes. Segundo a Secretaria de Saúde de MG, 16 deles são considerados prováveis, após exames apontarem a presença do vírus, mas ainda estão sendo investigados.

A febre amarela, segundo a Fiocruz, é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias.

A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela.

No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano.

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(Bocão news)


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