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Ato na Alba defende permanência da Petrobras na Bahia

Metro1

Foto: reprodução

Um ato público contra a redução das atividades da Petrobras na Bahia acontece na manhã de hoje (23), no Auditório Jorge Calmon, na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

Mais cedo, manifestantes saíram em carreata do Itaigara até chegar à Alba, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). De acordo com o Sindipetro, hoje, na Bahia, a empresa tem cerca de 4 mil trabalhadores efetivos e cerca de 13 mil terceirizados.

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“A estatal já anunciou a venda de diversas unidades como a RLAM, Transpetro, Biodiesel, alguns campos terrestres, localizados na UO-BA, termoelétricas e ainda o fechamento da FAFEN Bahia e, recentemente, a desocupação do Edifício Torre Pituba, transferindo parte dos 1.500 trabalhadores próprios para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espirito Santo e rescindindo os contratos das empresas terceirizadas, que prestam serviço no Torre Pituba, o que, consequentemente deve levar à demissão dos cerca de 2 mil trabalhadores terceirizados”, disse o sindicato, em nota.

A Petrobras já se posicionou sobre o assunto e nega o alto número de demissões com a desocupação da Torre Pituba. “Não é verdadeira a informação sobre demissão em massa de prestadores de serviços. Esse movimento de adequação para redução de custos de ocupação predial não é pontual em uma região específica. Esse ano já foi desocupado o Edisp, em São Paulo, contratadas novas instalações e realocadas algumas equipes, gerando uma economia anual de cerca de R$ 20 milhões para a companhia. Com o mesmo intuito, estão sendo desocupados o Edifício Ventura, no Centro do Rio de Janeiro, e o Edifício Novo Cavaleiros, em Macaé”, diz a empresa.


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