
Na sessão de ontem (4), vereadores celebraramos 40 anos de fundação da Pastoral do Menor, instituição amplamente reconhecida por seu profundo impacto social na cidade. Em uma série de discursos, registraram o legado da entidade, destacando seu papel na formação de milhares de jovens e no preenchimento de lacunas deixadas pelo poder público.
O vereador Cleto da Banana enfatizou a capacidade da Pastoral de mudar destinos, transformando crianças e adolescentes em “cidadãos exemplares, trabalhadores e pais de família”.
“É uma entidade que merece nosso respeito e nossa gratidão”, afirmou. “Ao longo de quatro décadas, a Pastoral vem fazendo o que muitas vezes o poder público não alcança: cuidar da base, das famílias, das crianças e adolescentes.” O vereador concluiu parabenizando todos os colaboradores e a liderança do Padre Fred, que “com amor e fé, conduzem esse trabalho”, complementou.
Reforçando o impacto da instituição, o vereador Cláudio Abiúde destacou o pilar cultural e artístico da Pastoral. “Estive lá recentemente e pude ver de perto a importância das oficinas e dos projetos culturais”, relatou, lembrando que muitos artistas e músicos da cidade foram formados ali. Ele definiu a entidade como “uma escola de cidadania, um ponto de resistência e esperança para a juventude alagoinhense”.
O vereador Thor de Ninha valorizou o compromisso social da instituição, classificando o trabalho como um “serviço grandioso”. Para Thor, a Pastoral “representa um exemplo vivo de que a transformação social é possível quando há união entre fé, educação e compromisso com o próximo”, e expressou o desejo de que essa história inspire novas políticas públicas.
A partir de uma perspectiva histórica, o vereador José Edésio recordou o início das atividades em 1985, mencionando que acompanhou “de perto as primeiras ações do Padre Fred e da comunidade católica que sonhavam com uma cidade mais justa”. Edésio prestou uma homenagem enfática ao líder religioso: “Quero aqui render homenagem a esse homem de fé, de coragem, que dedicou sua vida à evangelização e ao cuidado com as crianças e adolescentes mais vulneráveis”.
Ao final dos pronunciamentos, a Pastoral do Menor foi caracterizada pelos parlamentares como um “patrimônio moral e espiritual de Alagoinhas”, e o reconhecimento da Casa Legislativa se estendeu a todos os voluntários, coordenadores e colaboradores que mantêm viva a missão da entidade há 40 anos.
