Após assaltos, Sindicato dos Rodoviários ameaça suspender linha para o bairro Miguel Velho em Alagoinhas

O sindicato ainda informou, que dois ônibus da empresa ATP foram assaltados na localidade, em menos de 24 horas

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Com informações do Luciano Reis Notícias

Crédito da foto: Matheus Santos/Ônibus Brasil

Em protesto pela insegurança, os rodoviários podem deixar de circular os ônibus no bairro Miguel Velho, em Alagoinhas. Segundo o Sindicato dos Rodoviários (Sindmetro), eles vem sofrendo com os assaltos constantes nas proximidades da fazenda de propriedade do deputado estadual Joseildo Ramos (PT).

O sindicato ainda informou, que dois ônibus da empresa ATP foram assaltados no bairro Miguel Velho em menos de 24 horas.

O primeiro assalto ocorreu na terça-feira (2). Os dados não foram divulgados pela polícia. Já o segundo roubo, ocorreu na noite de quarta-feira, 3. O ônibus passava pela Rua Elpídio Honorato, por volta das 19h, quando foi abordado por quatro homens armados. Eles anunciaram o assalto, e roubaram a bolsa com os objetos pessoais da cobradora e relógio de pulso, além de uma quantia em dinheiro, referente a renda da empresa. Em virtude das ameaças dos criminosos, a cobradora passou mal. Ninguém ficou ferido.

Membros do Sindicato dos Rodoviários, foram até o 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM) em Alagoinhas, entregar um ofício com o objetivo de cobrar da Polícia Militar uma solução para o problema.

Em nota enviada à imprensa, o Sindicato dos Rodoviários, comunicou que os ônibus só circularão para o Miguel Velho a partir das 17h20, com garantia por parte da PM de escolta policial, caso contrário, a linha das 19h20, será suspensa para o bairro.

“Queremos segurança para os rodoviários e usuários. Estamos em busca de proteção para a categoria e para quem depende do transporte público. Quem transporta vida, merece segurança”, acrescenta o presidente do Sindicato dos Rodoviários de Alagoinhas, Gilberto Alves Martins, o ‘Gil Alagoinhas’.

“Só sabemos a hora que saímos da garagem com o ônibus. Se a escala for para o Miguel Velho, trabalhamos com uma sensação ruim, que poderemos ser assaltados a qualquer momento. Pedimos proteção de Deus e que ilumine as autoridades para que venham nos ajudar”, destacou uma cobradora de ônibus, que pediu para não ser identificada.

A Polícia Militar não se pronunciou sobre a situação no Miguel Velho.

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