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O Casamento do Matuto também faz parte das tradições juninas de Alagoinhas

Redação

Foto: Joan Souza

Festa junina que se preze tem de fogueira, fogos, muito forró, quadrilha e o Casamento do Matuto, folguedo que também já é parte da tradição da nossa cidade, e que voltou a ser feito em 2022, após o intervalo de dois anos por causa da pandemia.

Com apoio da prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo, parceiros da iniciativa privada, e destinação de emenda pelo vereador Gode, o evento foi realizado nesta sexta-feira (24). O cortejo formado por carroças enfeitadas e carro de som saiu da AABB em direção à sede da Associação de Cavaleiros Fivela de Prata, na comunidade de Capoeira, onde com o grupo de atores amadores do Grupo Comuniart celebrou a união matrimonial arrancando gargalhadas do público, quando contou, com muito bom humor, a história do noivo que engravidou a moça, mas não queria casar.

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As rugas da experiência contornam o sorriso largo de “seu” Ednaldo dos Santos, de 72 anos, o popular “Bigode”, ao contar sobre a alegria que é organizar, há 37 anos, a celebração desse “casamento comédia”. “O Casamento do Matuto começou com meu pai, no início dos anos 80, e quando ele faleceu, continuei com essa tradição e outros eventos que família fazia, e estamos lutando para a construção de nossa sede, para ampliar nossas atividades”, disse Bigode. “É um momento de união e de descontração, e tem também a parte social”, continuou o organizador, referindo-se às cestas básicas que foram doadas para os carroceiros e integrantes do grupo de teatro, com patrocínio da Comercial Novo Horizonte.

“Essa é mais uma manifestação genuína da nossa cultura, e é sempre uma enorme satisfação podermos apoiar a sua preservação e participar”, disse o prefeito Joaquim Neto, que mais um ano esteve presente para prestigiar o evento.

Foto: Joan Souza

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